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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Lição n. 14 - O porquê do mau hálito

 Belinha: "Deixa ver, Spike... Não, você não tá com bafo não..."
Quem nunca reclamou do "bafinho" do seu pet? Mas você sabe o que causa o mau hálito e como fazer para diminuir este incômodo?
Spike Ensina tudo que você precisa saber sobre a halitose!
Tanto nós quanto os cães e gatos, possuimos em nossa boca quantidade importante de bactérias, que fazem parte da microbiota oral. Nós comemos diversos tipos de alimentos, colocamos a mão (ou as patas) na boca, e tudo isso contém bactérias que entrarão em contato com nossos tecidos orais. Até aí, natural! Mas, quando não há higienização adequada da boca (escovação dental, uso de fio dental e colutórios), as bactérias vão se organizando sobre os dentes e língua, por exemplo, e nutrindo-se de nossos restos alimentares, que são fermentados e dão origem a compostos sulfurosos, responsáveis pelo mau hálito.
Para combater o mau hálito, é fundamental que seja mantida a higiene oral, principalmente por meio da escovação dental diária! Naqueles casos em que o animal já apresente cálculo dentário (tártaro) sobre os dentes, é importante que seja feito o tratamento profissional com o médico veterinário para que a escovação seja instituída após o procedimento odontológico. Existem alguns produtos no mercado que podem auxiliar no combate à halitose, mas sempre consulte o médico veterinário para que ele possa informá-lo sobre a melhor indicação para seu animal. Vale lembrar que existem outras causas de halitose, que também precisam ser investigadas, como problemas estomacais, diabetes e alterações renais, por exemplo.
Agora que você já sabe o que precisa fazer para diminuir o mau hálito do seu pet, não adianta reclamar do coitadinho! Comece a escovar seus dentes todos os dias!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Spike Ensina: Novidade! Chegou a Caneca do Spike

 
Para todos os fãs e seguidores do Spike, chega, hoje, a caneca do Spike para você levar para casa. 1 caneca R$ 18,00 e duas por R$ 30,00. Mande um e-mail para nós pelo spikeensina@gmail.com e faça já seu pedido.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Lição n.13 - Os 5 sentidos do Spike


Hein? Quem tá aí? Não tô vendo nada...

Spike Ensina sobre os cinco sentidos do cão. Você já sabe que o olfato dos cachorros é muito melhor que o nosso, certo?! E que o paladar, pelo contrário, não é assim tão aguçado?
Isso tem uma explicação na realidade bem simples: os sentidos mais necessários para a sobrevivência do animal no ambiente natural ou "selvagem" serão os mais bem desenvolvidos. 
O olfato facilita, por exemplo, achar o alimento ou encontrar uma possível caça, prever a chegada de um predador ou perceber quando a fêmea está no cio. Este sentido se torna mais que necessário e por isso é tão aguçado nos cães.
Na natureza, o cão não precisa sentir com precisão onde pisa ou o que toca, precisa apenas saber em que tipo de piso está andando, por isso, o tato não é um sentido tão aprimorado nesta espécie.
Muitas pessoas ainda crêem que os cães enxergam em preto e branco, mas isso não é verdade. Eles enxergam em cores, mas não com a mesma nitidez e com tantas matizes de cores como nós. Isso significa que eles não diferenciam algumas cores, porque isso não é importante para a natureza deles. Por outro lado, eles enxergam muito mais tonalidades de cinza do que podemos imaginar, pois seus ancestrais caçavam no escuro! A visão deles à distância é impressionante, conseguindo distinguir objetos em movimento com uma precisão incrível, mas podem não enxergar tão bem um objeto estático colocado próximo a eles.
Não precisa ser muito observador para perceber que o cão escuta MUITO melhor que nós, humanos. Não é pelo simples fato deles ouvirem o som ampliado (mais alto), mas por ouvirem sons que não podemos escutar. Existe uma faixa de frequências sonoras que nossos ouvidos são capazes de notar, que é diferente da dos cães e de outros animais. Confira no quadro abaixo:

Fonte: http://telecom.inescn.pt/research/audio/cienciaviva/index_aaudicao.htm

Agora você entende porque não conseguimos ouvir os apitos para cães! Eles emitem sons fora da nossa gama audível, mas dentro da dos cães. Vocês viram a gama de frequências do morcego?! Incrível, não é?

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Lição n.12 - Vacinação

Relaxa, Belinha! É só uma picadinha...

Spike Ensina que prevenir é sempre a melhor solução! Por isso, não deixe de vacinar seu pet!
E vacinação de cachorro e gato não é só contra a raiva!!! Existem outras vacinas muito importantes, que devem ser feitas regularmente, para evitar que seu animalzinho adoeça.
É fundamental que o filhote seja avaliado pelo médico veterinário antes de iniciar a vacinação, pois apenas animais saudáveis podem ser vacinados, e apenas o veterinário poderá atestar isso.
A vacina chamada V8 ou V10 protege o cão contra uma série de doenças, como a parvovirose e a cinomose, doenças que podem levar à morte, especialmente em filhotes. Geralmente, o esquema de imunização do filhote sadio consiste em 3 ou 4 doses desta vacina, a partir dos 45-60 dias de idade, e reforços anuais. Esta vacina também atua contra leptospirose, e em regiões endêmicas da doença ou animais que possam ter contato frequente com ratos, recomenda-se o reforço semestral da vacina contra leptospirose.
A vacina anti-rábica costuma ser aplicada junto com a última dose da V8 (ou V10), aos 4 meses de idade, em dose única, com reforço anualmente.
A vacina contra a gripe canina também é feita com intervalos anuais, e é importante principalmente para aqueles cães que vivem com mais animais ou frequentam locais com aglomerados de cães, como parques, hotéis e creches.
A vacina contra giardíase geralmente é feita com duas doses, em intervalos mensais, e reforço anual, com as demais vacinas.
Em gatos, o esquema de vacinação é similar, iniciando com 45-60 dias de idade a vacina quádrupla, que requer 3 doses, e junto à última dose, é feita a vacinação anti-rábica. Os reforços de ambas vacinas são anuais.
Por que os filhotes precisam das 3 doses da V8 (cães) ou da quádrupla (gatos)? Isso porque eles recebem anticorpos maternos, que interferem no desenvolvimento da imunidade própria do filhote. Ele pode não produzir anticorpos suficientes para se proteger das doenças quando receber a vacinação, e os anticorpos que recebeu da mãe não vão durar por muito tempo.
E quando um animal adulto, sem histórico de vacinação, é adotado? Como fazer o esquema de imunização? O ideal é levar o animal para consulta com o médico veterinário, primeiro para avaliar se ele está bem de saúde e pode iniciar a vacinação. Conforme orientação deste profissional, o animal deverá receber uma ou duas doses das vacinas V8 ou quádrupla, com intervalos de 3 a semanas, e as demais vacinas em dose única, com reforços anuais. No caso dos gatos, é importante, fazer exames para leucemia e imunodeficiência felina antes de iniciar a vacinação.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Não viu o Spike no Programa Claquete na madruga? Confira agora!


Você e seu pet dormiram e não conseguiram assistir o programa Claquete que foi ao ar na última madrugada? Aqui vai o link para não perderem nenhuma dica do Spike e da adestradora Luiza Cervenka de Assis:
http://www.band.com.br/claquete/videos.asp?v=d2e5e64ede22dbeec2516ca4572b8cd2&pg=1

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Lição n. 11 - Seu cão lambe a pata?


Spike Ensina sobre a lambedura das patas e sua relação com o estresse. Muitos cães lambem a pata compulsivamente, até formar feridas ou vermelhidão (dermatite por lambedura). A causa deste problema precisa ser avaliada pelo médico veterinário e, muitas vezes, as lesões na pele conseguem ser resolvidas com as medicações prescritas, mas o comportamento de lambedura não cessa. Isso porque, dentre inúmeras causas, existe a de cunho emocional.
O cão se lambe porque está entediado, com pouca atividade. O cão, ao contrário de nós humanos, não gosta de ficar deitado assistindo TV o dia todo. Ele quer brincar, se exercitar.
Se este é o caso do seu cãozinho, aumentar os passeios diários e dar desafios a ele pode auxiliar o combate ao comportamento de lambedura. Assim como uma criança, o cão também precisa ser estimulado.
Algumas dicas de distração e brincadeiras estimulantes o Spike ensinará em breve.

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Lição n.10 - A socialização do cão

Spike Ensina que o cão é um animal social, e como tal, necessita interagir com outros cães frequentemente. Um animal que não é socializado, ou seja, que não tem contato com outros cães desde filhote, pode se tornar agressivo, principalmente aqueles de raças com temperamento forte. Quando atinge esse estágio, só um profissional para tentar reverter o quadro e socializá-lo da forma adequada e sem riscos.
A fase de socialização do filhote gira em torno da terceira semana ao nono mês de vida. Isso siginifica que, durante este período, é importante que o cão seja apresentado ao máximo possível de situações que farão parte de sua rotina. Ou seja, envolvimento com pessoas, crianças, outros animais, como gatos e pássaros, barulhos diferentes, como um aspirador de pó ligado. Até mesmo apresentar uma pessoa usando chapéu ou com um guarda-chuva na mão podem gerar situações de medo ou agressividade em um animal que nunca presenciou isso. Se ele for exposto a esta situação quando filhote, ela torna-se habitual.
Por isso é fundamental levar seu animal para passear durante esta fase (e toda a vida) em locais públicos, com situações diversas, como parques e praças. O daycare também é uma alternativa interessante, principalmente quando não se tem muito tempo para passear. Este nada mais é do que uma creche recreativa, na qual o cão passará o dia brincando e interagindo com outros.
Mas não esqueça: só leve seu animal em locais públicos e para interagir com outros cães quando ele for liberado pelo médico veterinário, após completar o protocolo de vacinação.