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quinta-feira, 8 de novembro de 2012

O Rio de Janeiro continua lindo!


Após brincar muito em Curitiba, Spike foi conhecer as belas praias cariocas. Ele, que nunca tinha visto o mar, ficou louco com tanta água! Entrava no mar, e rolava na areia, depois entrava no mar de novo e rolava na areia para secar. Saiu parecendo um croquete.
"Conheci o Cristo e andei no Bondinho do Pão de Açúcar, mas o melhor lugar do Rio é a praia. Gostei muito de Copacabana e do calçadão. Fiz muitas amizades por lá. Que a Belinha não ouça, mas as cadelinhas cariocas são uma graça!" disse Spike.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Próximo destino: Curitiba


Depois de quase se jogar nas águas das Cataratas do Iguaçu, Spike continua sua viagem. Desta vez, parou em Curitiba. O nosso cãozinho amou os jardins e parques da cidade. 
"O Jardim Botânico foi o lugar que mais gostei! Depois de correr muito pelos jardins floridos, deitei naquele laguinho em frente à estufa para me refrescar. Pena que a Belinha não veio para correr e brincar comigo" disse Spike.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Lição n. 14 - O porquê do mau hálito

 Belinha: "Deixa ver, Spike... Não, você não tá com bafo não..."
Quem nunca reclamou do "bafinho" do seu pet? Mas você sabe o que causa o mau hálito e como fazer para diminuir este incômodo?
Spike Ensina tudo que você precisa saber sobre a halitose!
Tanto nós quanto os cães e gatos, possuimos em nossa boca quantidade importante de bactérias, que fazem parte da microbiota oral. Nós comemos diversos tipos de alimentos, colocamos a mão (ou as patas) na boca, e tudo isso contém bactérias que entrarão em contato com nossos tecidos orais. Até aí, natural! Mas, quando não há higienização adequada da boca (escovação dental, uso de fio dental e colutórios), as bactérias vão se organizando sobre os dentes e língua, por exemplo, e nutrindo-se de nossos restos alimentares, que são fermentados e dão origem a compostos sulfurosos, responsáveis pelo mau hálito.
Para combater o mau hálito, é fundamental que seja mantida a higiene oral, principalmente por meio da escovação dental diária! Naqueles casos em que o animal já apresente cálculo dentário (tártaro) sobre os dentes, é importante que seja feito o tratamento profissional com o médico veterinário para que a escovação seja instituída após o procedimento odontológico. Existem alguns produtos no mercado que podem auxiliar no combate à halitose, mas sempre consulte o médico veterinário para que ele possa informá-lo sobre a melhor indicação para seu animal. Vale lembrar que existem outras causas de halitose, que também precisam ser investigadas, como problemas estomacais, diabetes e alterações renais, por exemplo.
Agora que você já sabe o que precisa fazer para diminuir o mau hálito do seu pet, não adianta reclamar do coitadinho! Comece a escovar seus dentes todos os dias!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Lição n.12 - Vacinação

Relaxa, Belinha! É só uma picadinha...

Spike Ensina que prevenir é sempre a melhor solução! Por isso, não deixe de vacinar seu pet!
E vacinação de cachorro e gato não é só contra a raiva!!! Existem outras vacinas muito importantes, que devem ser feitas regularmente, para evitar que seu animalzinho adoeça.
É fundamental que o filhote seja avaliado pelo médico veterinário antes de iniciar a vacinação, pois apenas animais saudáveis podem ser vacinados, e apenas o veterinário poderá atestar isso.
A vacina chamada V8 ou V10 protege o cão contra uma série de doenças, como a parvovirose e a cinomose, doenças que podem levar à morte, especialmente em filhotes. Geralmente, o esquema de imunização do filhote sadio consiste em 3 ou 4 doses desta vacina, a partir dos 45-60 dias de idade, e reforços anuais. Esta vacina também atua contra leptospirose, e em regiões endêmicas da doença ou animais que possam ter contato frequente com ratos, recomenda-se o reforço semestral da vacina contra leptospirose.
A vacina anti-rábica costuma ser aplicada junto com a última dose da V8 (ou V10), aos 4 meses de idade, em dose única, com reforço anualmente.
A vacina contra a gripe canina também é feita com intervalos anuais, e é importante principalmente para aqueles cães que vivem com mais animais ou frequentam locais com aglomerados de cães, como parques, hotéis e creches.
A vacina contra giardíase geralmente é feita com duas doses, em intervalos mensais, e reforço anual, com as demais vacinas.
Em gatos, o esquema de vacinação é similar, iniciando com 45-60 dias de idade a vacina quádrupla, que requer 3 doses, e junto à última dose, é feita a vacinação anti-rábica. Os reforços de ambas vacinas são anuais.
Por que os filhotes precisam das 3 doses da V8 (cães) ou da quádrupla (gatos)? Isso porque eles recebem anticorpos maternos, que interferem no desenvolvimento da imunidade própria do filhote. Ele pode não produzir anticorpos suficientes para se proteger das doenças quando receber a vacinação, e os anticorpos que recebeu da mãe não vão durar por muito tempo.
E quando um animal adulto, sem histórico de vacinação, é adotado? Como fazer o esquema de imunização? O ideal é levar o animal para consulta com o médico veterinário, primeiro para avaliar se ele está bem de saúde e pode iniciar a vacinação. Conforme orientação deste profissional, o animal deverá receber uma ou duas doses das vacinas V8 ou quádrupla, com intervalos de 3 a semanas, e as demais vacinas em dose única, com reforços anuais. No caso dos gatos, é importante, fazer exames para leucemia e imunodeficiência felina antes de iniciar a vacinação.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Spike na equiterapia


Ontem, eu e a Belinha fomos à Fazenda São Joaquim (Itu-SP), divertir e ensinar às crianças da Casa de Belém de Salto sobre cuidados animais e escovação dental. Depois as crianças participaram da equiterapia. Enquanto eles escovavam os dentes da  Belinha, eu fui tentar andar a cavalo, mas ninguém deixou. Só me restou assistir mesmo...